| O som é vibração e desde a década de 70 do século XX, na física de particulas e na mecânica quântica, parte-se no princípio de que um objecto pode ser descrito como uma ondas ou partícula vibratória. Do ponto de vistas física, o som é uma vibração, um sinal transmitido por ondas acústicas. Se o som é vibração e toda a matéria é vibração, então o mundo é som”.
Na massagem de som distingue-se o som como estímulo acústico e como estímulo vibro-táctil – uma percepção somato-sensorial assimilada através da pele e do interior do corpo. A temática da utilização dos sons para fins curativos tem tradições ancestrais, contudo a ciência moderna é unâmime ao afirmar que a sensibilidade às vibrações sonoras é muito prematura e que tem início nas primeiras semanas de gestação. A terapia através das vibrações ainda está pouco explorada e na sua tese, a investigadora Christina Koller conseguiu comprovar que o efeito relaxante da massagem, nas suas reacções fisiológicas e psicológicas, faz-se acompanhar de um abaixamento do tónus simpático e da estimulação do nervo vago que é possibilitada pela alteração da respiração e possibilita a regeneração física com a sensação de recuperação. O libertar de tensões através das vibrações sonoras conduz a um abrandamento do turgor, causa a regulação do tónus da musculatura estriada, estimula a circulação, melhora o metabolismo, além de ter um efeito tonificante na musculatura lisa, permitindo por exemplo a resolução de problemas de obstipação.
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